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	<title>Estudando Letras &#187; clássicos</title>
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	<description>Anotações de aula do curso de letras</description>
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		<title>Artigos definidos em Grego Clássico</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 22:15:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div style="float: left;">[ad#Google Adsense - Retangulo grande]</div>Uma tabela contendo os artigos definidos do grego clássico no singular e no plural em todos os casos: nominativo, acusativo, genitivo, dativo, e em todos os gêneros: feminino, masculino e neutro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript"><!--
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<table border="2" cellspacing="3" cellpadding="4">
<thead>
<tr>
<th colspan="5" width="100%" valign="TOP">Artigos definidos singular</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td>Nominativo</td>
<td>Acusativo</td>
<td>Genitivo</td>
<td>Dativo</td>
</tr>
<tr>
<td>Masculino</td>
<td valign="CENTER">ὁ</td>
<td>τόν</td>
<td>τοῦ</td>
<td>τῷ</td>
</tr>
<tr>
<td>Feminino</td>
<td>ἡ</td>
<td>τήν</td>
<td>τῆς</td>
<td>τῇ</td>
</tr>
<tr>
<td>Neutro</td>
<td>τό</td>
<td>τό</td>
<td>τοῦ</td>
<td>τῷ</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="2">
<thead>
<tr>
<th colspan="5" width="100%" valign="TOP">Artigos definidos plural</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td>Nominativo</td>
<td>Acusativo</td>
<td>Genitivo</td>
<td>Dativo</td>
</tr>
<tr>
<td>Masculino</td>
<td>οἱ</td>
<td>τούς</td>
<td>τῶν</td>
<td>τοῖς</td>
</tr>
<tr>
<td>Feminino</td>
<td>αἱ</td>
<td>τάς</td>
<td>τῶν</td>
<td>ταῖς</td>
</tr>
<tr>
<td>Neutro</td>
<td>τά</td>
<td>τά</td>
<td>τῶν</td>
<td>τοῖς</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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</ul>
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		<title>Comparação da visão da Poesia de Platão em “A República” e de Aristóteles em “A Poética”</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 17:46:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[clássicos]]></category>
		<category><![CDATA[teoria literária]]></category>
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		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[república]]></category>

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		<description><![CDATA[Um resumo de como enxergavam a poesia dois filósofos importantes da antiguidade clássica, Aristóteles e Platão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.consciencia.org/platao.shtml">Platão é um aristocrata grego</a>, nascido em 427 ac e falecido em 348 ac.</p>
<p>Se tornou discípulo de Sócrates, mas ao contrário deste, deixa extensa obra escrita. Sócrates aparece na obra de Platão como “personagem”, mas de fato existiu.</p>
<h3>A República de Platão</h3>
<p>A República é uma série de diálogos conduzidos por Sócrates que investiga e trata da Justiça, usando como meio para isto a proposição de uma <strong>República ideal</strong>.<br />
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</script><br />
Nessa República existiriam 3 classes de cidadãos: Os Magistrados, os soldados e os produtores.</p>
<p>A República então propõe o sistema educacional dos Magistrados, educando-os para serem homens virtuosos. Eles deveriam, então, cultivar <strong>4 virtudes principais</strong>: Piedade, Valentia, Temperança, Justiça.</p>
<p>O Livro II discute como as divindades deveriam ser apresentadas aos Magistrados em formação. Segundo Platão, deveriam ser apresentados de maneira austera. No Livro III é discutido o <strong>papel da poesia</strong> na educação, já que esta possui muita força.</p>
<p>Platão apresenta o problema de que nem tudo o que o poeta “fala” na poesia é verdadeiro, o que é um problema para se educar homens virtuosos.</p>
<p>Uma das virtudes é a coragem, e o magistrado deve ser um homem livre, portanto não deve temer a morte. <em>Deve escolher morrer à ser escravo</em>.</p>
<p>Porém os poemas apresentam descrições horríveis da morte e do pós morte.</p>
<p>Após isso o diálogo prossegue apontando o que existe na poesia que não deve ser dito:</p>
<ul>
<li>Não descrever a morte e o Hades</li>
<li>Evitar mostrar heróis se lamentando</li>
<li>Não mostrar heróis e deuses gargalhando (devem ser homens austeros)</li>
<li>Não mostrar guerreiros sendo recompensados pelos seus atos, para não estimular a ambição e a ganância.</li>
<li>Heróis e deuses não devem ser retratados praticando atos ímpios</li>
</ul>
<p>Até aqui foram tratados os temas (<em>o que é dito</em>). Então a investigação prossegue pela forma (<em>como é dito</em>).</p>
<p>Os poetas narram acontecimentos, e a maneira de narrar se dividem, segundo PLatão, em:</p>
<ul>
<li>narrativa (discurso indireto)</li>
<li>imitação (discurso direto)</li>
<li>mista</li>
</ul>
<p>Dessa forma ele cria <strong>a primeira divisão dos gêneros</strong>.</p>
<h4>Poesia como imitação &#8211; visão negativa da poesia em Platão</h4>
<p>Para Platão a imitação é negativa (mesmo embora a República seja uma imitação). Ele alega que uma pessoa só consegue conhecer bem a sua própria profissão e outras coisas não sabe fazer bem, portanto é impossível se imitar com fidelidade. Além disso, ele alega, a imitação contínua afeta o caráter do imitador, então ele proibe o homem de caráter elevado de imitar pessoas vis.</p>
<p>Então a princípio deveria ser admitido somente a narrativa e o modo misto. Porém, no livro X, ele acaba por concluir que <strong>toda a poesia é imitação</strong>, pois ela reflete o mundo sensível, que é, por sua vez, reflexo do mundo das idéias. Portanto é imitação da imitação, estando dois graus longe da verdade. Assim, e<strong>le expulsa o Poeta da República ideal</strong>.</p>
<p>O único discurso que deve ser mantido é aquele que leva à verdade, a filosofia. A retórica é considerada maquiagem e também é banida.</p>
<p>Quem vai fazer a defesa da poesia é o discípulo de Platão, Aristóteles, na “Poetica”.</p>
<h3>A Poética de Aristóteles</h3>
<p><a href="http://www.consciencia.org/aristoteles_poetica.shtml">A Poética</a> não é um texto acabado e sim notas soltas usadas como lembretes de aula. Além disso, boa parte foi perdida.</p>
<p>Aristóteles diz que a poesia (arte) é imitação em a classifica conforme 3 aspectos:</p>
<ul>
<li>Meios da imitação</li>
<li>Objetos da imitação</li>
<li>Modo da imitação</li>
</ul>
<p>Os meios seriam, cores, formas, ritmo/harmonia, linguagem…<br />
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Exemplos:</p>
<ul>
<li>Aulética (flauta) – ritmo/harmonia</li>
<li>Citarística (cítara) – ritmo/harmonia</li>
<li>Seríngica – ritmo/harmonia</li>
<li>Dança – ritmo</li>
<li>Epopéia – linguagem</li>
</ul>
<p>Aristóteles se queixava de não existir uma palavra para englobar todas as formas poéticas (artísticas) que imitavam a linguagem. Hoje existe: <strong>literatura</strong>.</p>
<h4>Capítulo II da Poética – Classificação segundo o objeto imitado</h4>
<p>A “literatura” imita ações de homens piores, iguais ou melhores do que nós.</p>
<ul>
<li>Piores – Comédia</li>
<li>Iguais – ?</li>
<li>Melhores – Epopéia/tragédia</li>
</ul>
<p>O mesmo objeto também pode ser imitado de modos diferentes</p>
<ul>
<li>Narrativo: Epopéia</li>
<li>Dramático: tragédia/comédia</li>
</ul>
<p>Como Aristóteles não acredita no mundo das idéias, não considera errado imitar, <strong>ao contrário, é bom</strong>, pois é fonte de prazer e conhecimento (”Por imitação o homem aprende”). Segundo Platão a tragédia provoca terror e isso seria ruim, incutindo o medo, porém Aristóteles alega que a imitação purga, purifica o leitor (catarse), sendo, então, útil.<strong>Similar Posts:</strong>
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		<title>Quais são as musas gregas da antiguidade clássica?</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 19:15:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Listagem das nove musas gregas da antiguidade clássica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Todos os poemas épicos da Grécia antiga começam com a plavra “musa”, que é a inspiração, representa a própria plavra, e sem ela não há narrativa.</span></h3>
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As musas são filhas de Zeus com a Memória (Mnemosýne). Memória é quem trás à tona a verdade, em grego. Verdade. é Aletheia. “A” é negação, “letheia” esquecimento (Lethe é o rio infernal do esquecimento). A vredade é o não esquecimento, a memória.<br />
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Existem <strong>9 musas</strong>:</p>
<ul>
<li><strong>Tepsícore</strong>: Dança</li>
<li><strong>Melpômene</strong> – Tragédia</li>
<li><strong>Clío</strong> – História</li>
<li><strong>Euterpe</strong> – Flauta</li>
<li><strong>Eratô</strong> – Lírica oral</li>
<li><strong>Poliminia</strong> – Pantomima</li>
<li><strong>Talia</strong> – Poesia e comédia</li>
<li><strong>Urânia</strong> – Astronomia (Uranus – céu)</li>
<li><strong>Calíope</strong> – Lírica</li>
</ul>
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		<title>Estrutura da Odisséia de Homero</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 19:13:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Como está estruturada a Odisséia, de Homero.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A narrativa da Odisséia começa duas vezes:</p>
<p>Canto I – IV -&gt; Telêmaco em busca de notícias do pai, após a primeira assembleia dos deuses<br />
Canto V – XIII -&gt; A Odisséia, ou seja, a viagem de Ulisses, e a 2ª assembléia dos deuses.</p>
<p>A Odisséia é cantada por dois aedos: Demódoc, da corte dis féaceos – Rei Alciano.<br />
Fênio, de ìtaca da corte de Ulisses.</p>
<p>Ela está dividida em 24 cantos em ordem não cronológica, com dois inícios, que são recursos narrativos altamente sofisticados.</p>
<p>Atena inspira Telêmaco (filho) a ir buscar notícias do pai com heróis que já haviam retornado de Tróia.</p>
<p>Parte I – Canto I ao IV: Situação de Ítaca e apresentação de “a quem estamos esperando”<br />
Parte II – Canto V ao XII: 2ª assembléia dos deuses e Hermes vai falar com Calipso, quem mantém Odisseu cativo.<br />
Parte III – Canto XIII ao XV: Como Odisseu volta à Ítaca, e a sua chegada.<br />
Parte IV – Canto XVI ao XXIV: Tudo o que acontece em Ítaca após a sua volta.</p>
<p>O epíteto de Odisse é o “engenhoso” – Polý tropos, de muitos lugares, vê tudo “multifacetado”.</p>
<p><strong>Canto I</strong> – Prólogo. Os deuses decuden que Ulisses deve retornar para Ítaca. Ele se encontra cativo de Calipso, a ninfa que o deseja para marido.</p>
<p>Hermes parte para falar com Calipso e Atena vai falara com Telêmaco para que ele obtenha a notícia que seu pai vive e, portanto, sua mãe não deve se casar novamente.</p>
<p><strong>Canto II</strong> – Assembléia em Ítaca, e Telêmaco exlcue os pretentendes de sua mão da assembléia (não eram cidadãos de Ítaca). Eles voltam então para o palácio.</p>
<p><strong>Canto III –</strong> Telêmaco chega a Pilos e dai vai para Feres e dai à Lademonia</p>
<p><strong>Canto IV</strong> – Telêmaco chega à Lademonia, onde obtem a notícia de que seu pai está vivo. Volta então para Ítaca, avisando aos pretendentes que sua mãe não poderia se casar novamente.<strong>Similar Posts:</strong>
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